Povo Guerreiro

Criolo

Povo guerreiro, bate tambor
Comemora a liberdade
Mas a igualdade não chegou

Nossos ancestrais
Lutaram pela liberdade
Contra tudo e contra todos
O negro nunca foi covarde
Fugiu da senzala
Refugiou se nos quilombos
Conquistou a liberdade
Mas em busca da igualdade
Ainda sofre alguns tombos

No pós liberdade
O negro foi marginalizado
Teve a alma aprisionada
Com as algemas da desigualdade
Hoje refugiado em favelas
Onde a vida tem suas mazelas
Combate a miséria, o preconceito e a adversidade
A igualdade e o respeito
Mais do que anseios
Também são necessidades